Num cruzamento de uma rua de Paris um esquema antigo de enganar os ingénuos e quando ao mesmo tempo cúmplices aproveitam-se para roubar aqueles que vão assistindo ao espectáculo. Numa algaraviada rápida apresenta-se o esquema de funcionamento do jogo, onde um colaborador disfarçado de público aposta e consegue ao mesmo tempo acertar. Outros incautos, na mira do dinheiro fácil deixam-se enganar. Esquema de conto do vigário, o qual já não presenciava há muitos anos.
Interrogamo-nos que leva alguns meliantes de forma descarada a enganar os outros. Claro, alguns utilizam esquemas mais elaborados, mas com resultados semelhantes que é ludibriar os incautos, que na maioria das vezes estão convencidos que são eles os principais beneficiados. É uma verdade insofismável como é habitual dizer-se que não há almoços grátis, nem nos nossos dias se vê alguém a dar algo a outro sem outros objectivos.
Porém em alguns momentos presenciei atitudes altruístas que surpreenderam pelo seu gesto e sobretudo pelo desinteresse pelos bens materiais. Raros exemplos, mas ainda continuam a ver-se. Seria bem melhor que esses exemplos se multiplicassem.
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