24 de novembro de 2012

Besteiros - No ar, insegurança!


“Tudo em Novembro guardado; em casa ou arrecadado.” O povo, na sua sabedoria de saberes partilhado por gerações aconselha que este mês é de precaução, de não deixar as coisas nas ruas, sejam elas de cultivo ou outros bens. Trancas à porta, trancas aos bolsos, trancas aos celeiros, trancas às arrecadações. A hora é de guardar e preservar.

Hora de crise, onde em cada mês que passa, apesar da subida brutal dos impostos o fisco arrecada cada vez menos, agora fala-se em cerca de cinco por cento. Números reais que deveriam ser lição, mas o orgulho e a soberba sempre foram maus conselheiros. Nesse prisma, novembro não tem servido para arrecadar para os cofres exauridos do Estado.

Mas virando o azimute para factos mais próximos, mais atitudinais é notório nas histórias que se partilham em momentos de conversa, a insegurança, receio por alguns comportamentos que grassam para as terras de Besteiros. Fala-se em surdina, não se age, não se toma posição, e as situações arrastam-se cada vez mais com frequência. Na agricultura é uma verdade universal quando a fruta já está tocada sem hipóteses de remediação, o contato com as outras estraga-as.

Porém, devemos estar conscientes que todos merecem o nosso respeito, mas não podem em momento algum colocar em causa a nossa segurança, dos nossos bens e a segurança dos nossos.

 

Um comentário:

Anônimo disse...

A questão da insegurança é muita oportuna. Tarda que os responsáveis tomem medidas e protejam as pessoas e os seus bens.
Os desmandos estão a ultrapassar os limites da tolerância. É urgente que se altere esta tendência, porque se ela não ocorrer rapidamente, um dia destes acopntece uma tragédia e depois quero ver quem vai responder por ela.
Srs Doutores, senhores comandantes, senhores dirigentes, escutem!...

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