Hora de
crise, onde em cada mês que passa, apesar da subida brutal dos impostos o fisco
arrecada cada vez menos, agora fala-se em cerca de cinco por cento. Números
reais que deveriam ser lição, mas o orgulho e a soberba sempre foram maus
conselheiros. Nesse prisma, novembro não tem servido para arrecadar para os
cofres exauridos do Estado.
Mas
virando o azimute para factos mais próximos, mais atitudinais é notório nas
histórias que se partilham em momentos de conversa, a insegurança, receio por
alguns comportamentos que grassam para as terras de Besteiros. Fala-se em
surdina, não se age, não se toma posição, e as situações arrastam-se cada vez
mais com frequência. Na agricultura é uma verdade universal quando a fruta já
está tocada sem hipóteses de remediação, o contato com as outras estraga-as.
Porém,
devemos estar conscientes que todos merecem o nosso respeito, mas não podem em
momento algum colocar em causa a nossa segurança, dos nossos bens e a segurança
dos nossos.
Um comentário:
A questão da insegurança é muita oportuna. Tarda que os responsáveis tomem medidas e protejam as pessoas e os seus bens.
Os desmandos estão a ultrapassar os limites da tolerância. É urgente que se altere esta tendência, porque se ela não ocorrer rapidamente, um dia destes acopntece uma tragédia e depois quero ver quem vai responder por ela.
Srs Doutores, senhores comandantes, senhores dirigentes, escutem!...
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