Da Poça do Meio, a caminho de
Fermentelos contam-se histórias, algumas de certeza verdadeiras, outras
provenientes do imaginário. Mas o que seríamos nós sem imaginação, sem acrescentarmos
um ponto ao conto. Da Poça conta que alguns bateram com os costados na água ao
descreverem a curva, a bicicleta ganhava asas, outras vezes mesmo a pé o equilíbrio
fugia, e até lá em baixo era um ver se te avias. Mas como já repararam, numa
terra de agricultura a água desempenhava papel de protagonista, neste caso “água
de horas”, mas antes enchia-se a poça. Depois á hora marcada conduzia-se a
mesma para as terras de cultivo.
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