Apontar o céu, apontar a esperança, olhar o azul e acreditar que tudo pode ser diferente se olharmos de modo diferente e sobretudo se adoptarmos uma atitude agressiva, mas construtiva ao mesmo tempo. Fala-se de exemplos europeus, mas sem contextualizá-los, nem verificar as diferenças. Mas o que se podia esperar do trauliteiro de serviço? Nada, rigorosamente nada.
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