Por vezes escrever sobre algumas pessoas torna-se um exercício penoso, bastante difícil até, porque foram pessoas que não nos deixam indiferentes e se revelaram bastante importantes na nossa formação. Desde pequeno que convivo com o padre Armando. Conheci-o em diferentes papéis, como padre, como professor, como benfeitor, como pescador, como empreendedor, mesmo como visionário. Hoje temos perante nós o Salão Paroquial. Obra importante com um papel de realce na nossa paróquia e mesmo para o arciprestado de Besteiros. O seu sonho, o seu denodo, o seu sacrifício fez nascer essa obra, que fica como prova, quando o homem sonha, a obra nasce.
A razão deste artigo é a comemoração dos cinquenta anos da sua ordenação como sacerdote. Lembro-me como se fosse hoje, a comemoração dos seus vinte e cinco anos, ou as denominadas “Bodas de Prata”. Homenagem feita à sua revelia, porque como sempre procurou estar afastado do “olhar das luzes”, e na sua simplicidade, procurou sempre fazer o bem sem olhar a quem. A sua presença, a sua maneira de ser marcou gerações da paróquia de Campo de Besteiros.
Hoje já não recebemos o “Ecos de Besteiros”, elo de ligação para muitos com a sua terra natal e principalmente com aqueles que partiam para junto de Deus. Poderia e deveria ser recuperado, não no formato habitual, mas como jornal digital que chegaria rapidamente a todo mundo e com uma substancial redução de custos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário