
Após a realização de mais uma assembleia ainda não surgiu uma nova direcção para conduzir o Besteiros Futebol Clube. Época de crise, sem dúvida, mas não deveria existir crise no bairrismo e no orgulho em dirigir o clube mais antigo do concelho de Tondela e um dos mais antigos do distrito de Viseu.
Antes, sim era uma aventura e acto de coragem. Nos primórdios, no tempo da baliza às costas, ir a Viseu era longe, então Lisboa, ficava a muitas horas de distância. Mesmo assim, o clube sobreviveu e continuou a marcar presença por esses campos do distrito. Os fundadores e todos aqueles que acreditaram neste clube, nos seus ideais merecem que alguém apareça. Merecem um projecto e sobretudo merecem que muitas vezes se engulam sapos para que, apesar de tudo, o clube continua a sua marcha até aos cem anos.
Ser Besteiros é primar pela diferença, pelo sonho, pela ambição. É remar contra o centralismo, agora cada vez mais forte, mais nítido, mais agressivo. Assiste-se e procura-se uma política de terra queimada, a qual a crise está a dar pretextos para se agir.
Ser do Besteiros é saber fazer do pouco muito, é construir uma mística única; é reviver a história quando as camisolas alvi-rubras de listas verticais entram nas quartas linhas.
Na nossa memória poderia convocar aqueles que construíram a imagem deste clube, todos foram importantes, todos, no seu esforço, nos seus sonhos, nas suas ambições deram força ao grito, agora cada vez mais fraco – “Vamos lá Besteiros!”
Antes, sim era uma aventura e acto de coragem. Nos primórdios, no tempo da baliza às costas, ir a Viseu era longe, então Lisboa, ficava a muitas horas de distância. Mesmo assim, o clube sobreviveu e continuou a marcar presença por esses campos do distrito. Os fundadores e todos aqueles que acreditaram neste clube, nos seus ideais merecem que alguém apareça. Merecem um projecto e sobretudo merecem que muitas vezes se engulam sapos para que, apesar de tudo, o clube continua a sua marcha até aos cem anos.
Ser Besteiros é primar pela diferença, pelo sonho, pela ambição. É remar contra o centralismo, agora cada vez mais forte, mais nítido, mais agressivo. Assiste-se e procura-se uma política de terra queimada, a qual a crise está a dar pretextos para se agir.
Ser do Besteiros é saber fazer do pouco muito, é construir uma mística única; é reviver a história quando as camisolas alvi-rubras de listas verticais entram nas quartas linhas.
Na nossa memória poderia convocar aqueles que construíram a imagem deste clube, todos foram importantes, todos, no seu esforço, nos seus sonhos, nas suas ambições deram força ao grito, agora cada vez mais fraco – “Vamos lá Besteiros!”
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