Começou algum tempo a dança dos tachos. Alguns tachos mais pequenos, outros maiores, mas como sempre, (mas alguém estava à espera de outra coisa?), as cores políticas governantes, são dominantes nas nomeações. Curiosas são as justificações, algumas delirantes, na onda daquelas que foram proferidas algum tempo, que o decoro e os bons costumes não me deixam citar. Enquanto não existir um poder regulador nas nomeações para as empresas com participação pública, assistimos a esta pouca vergonha da dança das cadeiras. Estas com algumas nuances, porque demoraram mais tempo que é costume.
Outro assunto da pinga que incomoda toda a gente, pelos vistos foi pingar para a Holanda. Dizia um comentador, desses que nascem do chão como os cogumelos, que opinam sobre tudo, quem não trocaria de país com as suas finanças, se pagasse menos impostos. Olha, eu não trocaria, e como eu muitos, mas temos a particularidade de nenhum estar na política e sobretudo temos orgulho de ser portugueses, apesar deste governo.
Já agora, nós não somos um povo extraordinário, temos muitos defeitos, um deles é de viver de expedientes. Muitas vezes merecemos os governos que temos e a classe política é reflexo deste país, mas um pouco mais de sentido de estado agradecia-se e mais respeito por aqueles que na realidade sustentam o país.
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