Por vezes complicamos o que é fácil. Por vezes pretendemos inventar a pólvora, quando a mesma já foi inventada há muito tempo. Por vezes atribuímos novos nomes às coisas de forma a deixar-se uma marca para o futuro como somos inovadores.
Está na moda as rotas, neste caso as rotas pedestres porque são feitas a pé, ou melhor a caminhar. Está na moda e recomenda-se, embora há cinquenta nos atrás por necessidade as pessoas caminhavam muito, mas ao publicitar as pessoas falam numa caminhada e não numa “rotada”. Outros mais modernos falam em trilhos, mas porque não resumir e falar-se em caminhos. Mais simples, mais adequado, mais simbólico.
O caminho faz-se caminhando, mas sobretudo partilhando, reflectindo e observar tudo em redor.
Seria importante inovar na continuidade e porque não chamar ao percurso pedestre organizado pelo Besteiros, como caminho de Besteiros.
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