Hoje, terça-feira, os jornais desportivos dão a primeira página a Villas-Boas. Em Inglaterra, o mesmo Villas-Boas é considerado um “Mini-Mourinho”, “Special oneII”. O passado conjunto com o Mourinho, embora nunca tenha sido considerado por ele como seu sucessor, como é por exemplo Rui Faria, conseguiu no F.C. do Porto alcandorar-se à galeria dos melhores treinadores, ou pelo menos ganhar como eles. Um ano de sucesso contribui para história do treinador, mas é somente um ano. Principalmente quando se trabalha numa estrutura ganhadora como o F.C do Porto.
Se confirmar a transferência, Pinto da Costa vai provar mais uma vez que mesmo sem o treinador que preparou a época, o seu sucessor vai entrar no caminho do sucesso, desde que não invente, porque quem é o verdadeiro timoneiro é o presidente.
Fala-se em Vitor Pereira, o adjunto de Villas-Boas, talvez seja aí uma solução, mas este nome não passa de mera especulação, porque como sempre o Porto consegue surpreender.
Vamos aguardar, mas o f.C. do Porto é mesmo um caso de estudo e de sucesso, e por mais que se tente denegrir as suas vitórias, deveria ser um exemplo para outros. Ganhar uma vez, ou outra pode ser sorte ou outras coisas, mas ganhar como ganha o Porto não é só sorte, nem “fruta”. É muito trabalho, e muita competência e sobretudo amor ao clube, de quem dirige.
Se confirmar a transferência, Pinto da Costa vai provar mais uma vez que mesmo sem o treinador que preparou a época, o seu sucessor vai entrar no caminho do sucesso, desde que não invente, porque quem é o verdadeiro timoneiro é o presidente.
Fala-se em Vitor Pereira, o adjunto de Villas-Boas, talvez seja aí uma solução, mas este nome não passa de mera especulação, porque como sempre o Porto consegue surpreender.
Vamos aguardar, mas o f.C. do Porto é mesmo um caso de estudo e de sucesso, e por mais que se tente denegrir as suas vitórias, deveria ser um exemplo para outros. Ganhar uma vez, ou outra pode ser sorte ou outras coisas, mas ganhar como ganha o Porto não é só sorte, nem “fruta”. É muito trabalho, e muita competência e sobretudo amor ao clube, de quem dirige.
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