Assisti, pela televisão ao jogo da descida do River Plate (clube histórico argentino), à segunda divisão. Jogo dramático que não chegou a terminar, quando o resultado estava 1-1 e faltavam poucos segundos para os noventa. Os “hinchas” do River, clube da dimensão de um Real Madrid ou Barcelona, choravam com o desenlace, mas outros arremessavam todo o tipo de objectos para o campo. Na bancada aconteciam confrontos entre adeptos e segundos relatos de Buenos Aires a cidade está a viver momentos complicados. O futebol não justifica este tipo de atitudes, mas era dramático ver as lágrimas e o desespero no olhar daqueles que sofriam pelo River. Jactos de água tentavam acalmar os adeptos, mas os mesmos, ainda serviam para enfurece-los mais. Cometeram um erro, mais tarde fora do Estádio, imagens de violência com os adeptos atacar a polícia em lutas corpo a corpo.
Na Europa, temos a situação explosiva da Grécia, que está a mercê dos “abutres”, na Argentina, um jogo de futebol acaba numa batalha campal, em Vancouver, Canadá, um jogo de hóquei termina em distúrbios violentos. Não será melhor parar para pensar?
Na Europa, temos a situação explosiva da Grécia, que está a mercê dos “abutres”, na Argentina, um jogo de futebol acaba numa batalha campal, em Vancouver, Canadá, um jogo de hóquei termina em distúrbios violentos. Não será melhor parar para pensar?
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