Nos dois últimos meses visitei a República da Irlanda e a Grécia em viagens de trabalho. Um acaso, mas estive em dois países que tal como o nosso se encontram com a corda na garganta. Mas apesar de tudo, na Irlanda encontrei um país calmo, muito organizado e conscientes que com esforço vão conseguir ultrapassar a crise. Notam-se problemas, alguns investimentos abandonados, como por exemplo um lindo bairro de vivendas perto de Dublin, praticamente sem residentes.
Investiu-se, mas a crise levou consigo os investidores. Mas obra ficou, algumas inacabadas, mas o futuro pode conduzi-los ao sucesso.
Na Grécia constatei a falta de investimento em infra-estruturas, com o país completamente desorganizado, mesmo desleixado. É um autêntico barril de pólvora. As pessoas sentem a crise, tem a consciência dela, mas não se nota preocupação de sair dela. Alguém vai pagar a crise, mas pensam que não são eles. Vivem de expedientes, e lá como cá, a economia paralela tem muito peso. As ruas completamente descuidadas com vegetação a crescer, degradação notória das habitações e uma presença muito forte da polícia.
Dois países. Duas atitudes. Espero que Portugal siga o exemplo da Irlanda. Não baixe os braços e tenha confiança que conseguirá sair da crise.
Investiu-se, mas a crise levou consigo os investidores. Mas obra ficou, algumas inacabadas, mas o futuro pode conduzi-los ao sucesso.
Na Grécia constatei a falta de investimento em infra-estruturas, com o país completamente desorganizado, mesmo desleixado. É um autêntico barril de pólvora. As pessoas sentem a crise, tem a consciência dela, mas não se nota preocupação de sair dela. Alguém vai pagar a crise, mas pensam que não são eles. Vivem de expedientes, e lá como cá, a economia paralela tem muito peso. As ruas completamente descuidadas com vegetação a crescer, degradação notória das habitações e uma presença muito forte da polícia.
Dois países. Duas atitudes. Espero que Portugal siga o exemplo da Irlanda. Não baixe os braços e tenha confiança que conseguirá sair da crise.
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